A morte de um jovem de 22 anos vítima de hantavirose em Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal, reacende a preocupação com a doença em Goiás. O rapaz deu entrada no hospital do Gama no dia 19 de julho. Apresentando febre alta, tose seca, dor abdominal e insuficiência respiratória aguda, o jovem faleceu no mesmo dia que procurou o hospital. A confirmação do óbito por razão da hantavirofoi dada pelo Laboratório Central do Distrito Federal.
O gerente regional de Saúde do Entorno Sul, Felipe Alves Cesário, afirmou que o local de contágio da vítima ainda é incerto, uma vez que é remota a possibilidade de um rato silvestre, transmissor da doença, no lugar de trabalho da vítima. “Vamos investigar com a família e amigos se o rapaz viajou a alguma zona rural nos últimos 40 dias. Inspecionamos toda a loja onde ele trabalhava, no Centro, e consideramos difícil um rato silvestre no local”, concluiu.
O gerente regional de Saúde do Entorno Sul, Felipe Alves Cesário, afirmou que o local de contágio da vítima ainda é incerto, uma vez que é remota a possibilidade de um rato silvestre, transmissor da doença, no lugar de trabalho da vítima. “Vamos investigar com a família e amigos se o rapaz viajou a alguma zona rural nos últimos 40 dias. Inspecionamos toda a loja onde ele trabalhava, no Centro, e consideramos difícil um rato silvestre no local”, concluiu.
A hantavirose é uma doença viral, transmitida pelo contato com o hantavírus, encontrado na urina e nas fezes de ratos silvestres. O contágio acontece pela aspiração do vírus, suspenso em ambientes fechados, como silos e depósitos. Os sintomas apresentados são febre, dor de cabeça, tosse seca e infecção pulmonar aguda, que pode levar a óbito.
Como não há tratamento específico para a enfermidade, muitas vezes os sintomas devem ser tratados em unidade de terapia intensiva. O médico epidemiologista Petronor de Carvalho diz que, com a baixa umidade do ar, cresce o número de casos e “o tempo seco aumenta a probabilidade de os vírus serem dispersados pelo ar, aumentando assim, o número de possíveis contagiados.”
A Vigilância Ambiental e Centro de Zoonoses de Valparaíso iniciaram ontem os trabalhos de investigação, incluindo o levantamento dos lugares que o jovem freqüentou nos últimos 40 dias. A inspeção da loja, também realizada pelos dois orgãos, descartou a possibilidade de uma de epidemia de contágio dos outros funcionários do lugar.
Publicado originalmente, dia 28/08/2007
Como não há tratamento específico para a enfermidade, muitas vezes os sintomas devem ser tratados em unidade de terapia intensiva. O médico epidemiologista Petronor de Carvalho diz que, com a baixa umidade do ar, cresce o número de casos e “o tempo seco aumenta a probabilidade de os vírus serem dispersados pelo ar, aumentando assim, o número de possíveis contagiados.”
A Vigilância Ambiental e Centro de Zoonoses de Valparaíso iniciaram ontem os trabalhos de investigação, incluindo o levantamento dos lugares que o jovem freqüentou nos últimos 40 dias. A inspeção da loja, também realizada pelos dois orgãos, descartou a possibilidade de uma de epidemia de contágio dos outros funcionários do lugar.
Publicado originalmente, dia 28/08/2007
